Dr. Rochael de Souza Campos

 

 
 

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  Carta ao Homeopata

  Apresentação sobre a    Bio-Cibernética Bucal

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    BIOCIBERNÉTICA BUCAL.

O EQUILIBRIO COMEÇA E TERMINA NA BOCA

    Na espécie humana, quando um espermatozóide encontra e fecunda um óvulo, nós dizemos que este individuo quando adulto, viverá num sistema hexadecimal. O ser humano tem 16 articulações do cotovelo para baixo, 16 articulações do joelho para baixo e deveria ter 16 dentes em cima(maxila) e 16 dentes em baixo(mandíbula) perfeitamente articulados e ocluidos mantendo as três dimensões; altura, lateralidade e profundidade, em perfeita harmonia e com seus espaços respeitados.

    Acontece que durante sua vida(desde o útero) o individuo vem recebendo e relativisando informações que vão fazer com que este arcabouço dentário vá sofrendo transformações e como conseqüências, mal formações, tais como, giroversões, agenesias, falta de espaço, etc...isto tudo porque todo e qualquer estímulo que recebemos(como o simples toque de um dedo), nós registramos no nosso cérebro, tocando os dentes. Estes toques(de 2300 a 2500 vezes por dia) é que vão determinar a posição dos dentes no ser adulto.

    Como hoje nós sabemos que cada dente está ligado a um sistema tanto físico como emocional, adquirimos a capacidade de saber quais foram os fatos que mais mexeram com nosso paciente durante sua vida até aquele momento, e quais foram as distorções ocorridas em sua oclusão.

    A odontologia acadêmica prega a melhor restauração da oclusão neste individuo, respeitando as suas atuais dimensões.

   A biocibernética prega restaurar a oclusão no mesmo individuo, segundo as medidas que foram programadas lá no programa inicial quando da formação do Zigoto, e isto muitas vezes fere os princípios da odontologia clássica.

   Na biocibernética nós fazemos o possível para trazer o paciente até sua programação inicial, que é onde acreditamos ele vá viver com maior equilíbrio e suportando melhor as tensões do dia a dia.

    Um dos desequilíbrios mais freqüentes que encontramos hoje em dia é a perda de dimensões(altura,lateralidade e ou profundidade ) com graves conseqüências para o paciente.

   A perda de uma, duas ou das três dimensões acarreta a perda da quarta dimensão que é onde trabalha a língua. Esta, sendo o tecido mais mole do conjunto, é jogada para traz prejudicando a entrada de ar pelas vias aéreas normais.

    Como o ser humano não vive sem oxigênio, o paciente, para suprir sua necessidade do mesmo, abre a boca para respirar e aí pode ocorrer diversas anomalias tais como, crescimento das adenóides, rinites, o ronco e no seu rastro a apnéia do sono. Hoje nós sabemos que se restabelecermos as medidas dessas dimensões como elas foram anteriormente programadas, muitas dessas anomalias desaparecem, principalmente o ronco e a apneia.

    Já tivemos casos de pacientes que faziam uso do CPAP