|
BIOCIBERNÉTICA BUCAL.
O EQUILIBRIO COMEÇA
E TERMINA NA BOCA
Na espécie
humana, quando um espermatozóide encontra e fecunda um óvulo, nós dizemos que
este individuo quando adulto, viverá num sistema hexadecimal. O ser humano tem
16 articulações do cotovelo para baixo, 16 articulações do joelho para baixo e
deveria ter 16 dentes em cima(maxila) e 16 dentes em baixo(mandíbula)
perfeitamente articulados e ocluidos mantendo as três dimensões; altura,
lateralidade e profundidade, em perfeita harmonia e com seus espaços
respeitados.
Acontece
que durante sua vida(desde o útero) o individuo vem recebendo e relativisando
informações que vão fazer com que este arcabouço dentário vá sofrendo
transformações e como conseqüências, mal formações, tais como, giroversões,
agenesias, falta de espaço, etc...isto tudo porque todo e qualquer estímulo que
recebemos(como o simples toque de um dedo), nós registramos no nosso cérebro,
tocando os dentes. Estes toques(de 2300 a 2500 vezes por dia) é que vão
determinar a posição dos dentes no ser adulto.
Como hoje
nós sabemos que cada dente está ligado a um sistema tanto físico como emocional,
adquirimos a capacidade de saber quais foram os fatos que mais mexeram com nosso
paciente durante sua vida até aquele momento, e quais foram as distorções
ocorridas em sua oclusão.
A
odontologia acadêmica prega a melhor restauração da oclusão neste individuo,
respeitando as suas atuais dimensões.
A biocibernética
prega restaurar a oclusão no mesmo individuo, segundo as medidas que foram
programadas lá no programa inicial quando da formação do Zigoto, e isto muitas
vezes fere os princípios da odontologia clássica.
Na biocibernética
nós fazemos o possível para trazer o paciente até sua programação inicial, que é
onde acreditamos ele vá viver com maior equilíbrio e suportando melhor as
tensões do dia a dia.
Um dos
desequilíbrios mais freqüentes que encontramos hoje em dia é a perda de
dimensões(altura,lateralidade e ou profundidade ) com graves conseqüências para
o paciente.
A perda de uma,
duas ou das três dimensões acarreta a perda da quarta dimensão que é onde
trabalha a língua. Esta, sendo o tecido mais mole do conjunto, é jogada para
traz prejudicando a entrada de ar pelas vias aéreas normais.
Como o ser
humano não vive sem oxigênio, o paciente, para suprir sua necessidade do mesmo,
abre a boca para respirar e aí pode ocorrer diversas anomalias tais como,
crescimento das adenóides, rinites, o ronco e no seu rastro a apnéia do sono.
Hoje nós sabemos que se restabelecermos as medidas dessas dimensões como elas
foram anteriormente programadas, muitas dessas anomalias desaparecem,
principalmente o ronco e a apneia.
Já tivemos
casos de pacientes que faziam uso do CPAP
|